A próxima revolução da informação já está a caminho - a revolução de conceitos.

 

Até agora, a revolução da informação estava centralizada na produção de dados - sua coleta, extração, análise e apresentação, focada no "T" da "TI" (Tecnologia da Informação). A próxima revolução da informação tenta responder à seguinte pergunta: “o que fazer com a informação que temos ?” Ou melhor, “como ganhar dinheiro com aquilo que sabemos ? “.


Para as tarefas de gestão, a Tecnologia da Informação está se tornando produtora de informação. Os executivos modernos se perguntam: "quais os conceitos de InformAção que precisamos para nossas tarefas?" O sucesso de um negócio está baseado na criação de valor e riqueza, apostando numa estratégia empresarial, numa inovação, no equilíbrio entre rentabilidade imediata e fatia de mercado. Estas decisões são as verdadeiras tarefas do executivo, para as quais ele necessita o suporte da InformaAção..


Diante disso é possível definir a mais importante tarefa para a Tecnologia de Informação: desenvolver um sistema de informação com enfoque nos fatores como: clientes, atuais e potenciais (!); concorrentes diretos, atuais e potenciais (!); mercados, atuais e potenciais (!); tecnologias, atuais e emergentes (!).


Nasce aqui a InformAção Tecnológica que “pode ser a maior ferramenta dos tempos modernos...”(Charles B. Wang), a Informação que permite a Ação assertiva do executivo.


O ambiente empresarial está tornando-se mais complexo e menos previsível e, consequentemente, cada vez mais dependente de informação e de uma infra-estrutura tecnológica que permite a gestão de um bombardeamento de dados, que devem ser transformados em informação  A convergência desta infra-estrutura tecnológica, a revolução digital, com as telecomunicações que aniquilaram as distâncias, estão determinando um novo perfil de atribuições. As pessoas não precisam mais saber gerar informação, pois a sua geração é automática. Precisam sim saber usar a informação. Entra em cena o Trabalhador do Conhecimento, a “função do futuro” (Bill Gates).


Cabe aqui um alerta: a InformAção Tecnológica Digital não possui "poderes mágicos" de resolver problemas de gestão, racionalizar processos ou aumentar a produtividade. Bill Gates, em seu livro: “A Estrada do Futuro”, sinaliza: "Diretores de empresas pequenas e grandes ficarão deslumbrados com as facilidades que a tecnologia da informação pode oferecer. Antes de investir, eles devem ter em mente que o computador é apenas um instrumento para ajudar a resolver problemas identificados. Ele não é, como às vezes as pessoas parecem esperar, uma mágica panacéia universal”.


A gestão estratégica da informação tornou-se uma parte crítica e integrada à estrutura gerencial, cujo fator de sucesso é “o dado sobre o dado (metadado)”, ou seja, em última instância, o instrumental para transformar dados brutos em postura gerencial. Conforme o estágio da Organização na gestão estratégica da informação, podemos partir para as seguintes categorias:


Organizações no nível mais baixo geram dados brutos (Estágio Dado); p.ex. O aeroporto de Frankfurt (“FRAPORT”) é o principal centro logístico da Europa. O “metadado” seria a informação para gerenciar os dados e perguntar: “porque será ?”.


Organizações mais avançadas são capazes de contextualizar os dados, extrair valor dos mesmos e gerar informação (Estágio Informação); p.ex.., no “FRAPORT”, mais de 100 companhias aéreas conectam mais de 300 destinos em 110 países. O “metadado” seria a informação para gerenciar a informação e perguntar: “para que usar ?”.


Organizações evoluídas, ao ponto que elas podem mostrar explicitamente as regras de negócio, estão no nível de conhecimento (Estágio Conhecimento); p.ex.,. um ponto favorável: “FRAPORT” começou a comercializar toda a experiência na operação de terminais multimodais, ao oferecer serviços de consultoria a outras empresas e aeroportos, espalhados pelo mundo. O “metadado” seria a informação para gerenciar as regras de negócio da organização e perguntar: “o que fazer para aproveitar ?”.


Uma organização atinge o nível mais avançado quando ela monitora se o seu comportamento atual é compatível com o esperado (Estágio Postura); p.ex.., contratar os Gestores “FRAPORT” para coaching local. O “metadado” seria a informação para gerenciar o comportamento organizacional e perguntar: “como ganhar dinheiro com isso ?”.


Portanto, dados sem os metadados são como se fosse um homem de negócio no aeroporto de Frankfurt, para ele desconhecido, sem qualquer informação sobre este pólo de consultoria de negócios logísticos; o inverso é valido, podendo concluir: “ainda bem que eu sabia...”.


Até hoje, a transformação de dados em informação tem sido conduzida pela tecnologia (Dados + Contextualização = Informação). Os avanços tecnológicos estão sendo integrados pela organização de tal maneira que as pessoas aprendam a compartilhá-los (Informação + Compartilhação = Conhecimento). A aplicação do conhecimento leva a experiências novas, gerando um ciclo de avanço contínuo (Conhecimento + Experiência = Sabedoria). Reside aqui o salto qualitativo da Tecnologia de Informação para a InformAção Tecnológica,  focada no "I" da "IT" (Informação Tecnológica)....
 

Werner Kugelmeier

 


 

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