Cada indivíduo tem seus pontos fracos e seus pontos fortes. Por que não concentrar-se nos pontos fortes, seja reforçando os seus próprios, seja “clonando” os pontos fortes de outros?

 

Mas por onde começar? Confira abaixo sete avaliações que o profissional deve fazer para se conhecer e, assim, explorar seu potencial:

 

- Autodiagnóstico: o que gosto de fazer?
- Auto-avaliação: estou fazendo o que gosto de fazer, explorando meus pontos fortes?
- Benchmarking (busca de melhores práticas para um desempenho melhor): o quê, quando e onde posso aprender com elas?
- Aprender: reflita diariamente sobre seu aprendizado;
- Apanhar: saia da mesmice, do esquema, do controle e da burocracia;
- Avanço: pedir um feedback a profissionais de competência e confiança;
- Hábito: fazer de tudo uma rotina cíclica.


Cuidado com os vilões que diminuem o potencial produtivo de um profissional. Evite excesso de e-mails, mensagens instantâneas, perguntas de colegas e telefonemas. Quem consegue se concentrar diante de tantas interrupções?


Atualmente, as pessoas trabalham sob pressão constante e desenvolvem várias tarefas ao mesmo tempo, mas sem finalizar nenhuma. Sem saber lidar com os "vilões" da distração, a atenção no trabalho se anula e a concentração cai.

 

As conversas de corredor também são consideradas vilões. É claro que é interessante fazer contatos e até mesmo amizades no local de trabalho, mas nada de passar quinze minutos fazendo fofocas.

 

Reuniões a todo o momento também atrapalham a produtividade, ainda mais se gerarem discussões que não chegam a lugar nenhum.


A Gestão Empresarial, na sua vertente Capital Humano, deve se concentrar, portanto, nas pessoas com o hábito de se mover por automotivação, ao contrário daquelas que sempre esperam e exigem ser motivadas.

 

Não dá para negar que isso exige humildade, trabalho e paciência. Podemos também buscar apoio em um trabalho de Howard Gardner sobre a inteligência humana, publicado na VEJA (25 de julho de 2007); ele defende oito tipos de inteligência: a lingüística, a lógica, a espacial, a musical, a corporal, a naturalista, a intrapessoal e a interpessoal. Como o autor afirma,  “com esforço, a inteligência pode ser aprimorada”. Se, via de regra, não estamos todos dotados de genes de gênio, mas sabemos que a criança aprende em um ano um múltiplo comparado com o adulto, por que não nos educar ou educar a outros para se expor - sobretudo até a idade de 25 anos, onde o impacto de experiências é mais forte - a ambientes que contribuem para a formação da inteligência humana? Como exemplo, que tal menos TV e mais jogos educativos?

 

As pessoas “educadas” conseguem sair da mesmice, do esquema de comando e controle, da hierarquia e da burocracia.

 

As Gestão Empresarial moderna busca trabalhar com gente capaz de se autodesenvolver, questionar padrões, criar opções e se fazer percebida. Portanto, entre os oito tipos de inteligência acima, os mais determinantes para o sucesso profissional são a inteligência intrapessoal - a habilidade de trabalhar os próprios defeitos e virtudes; a naturalista – a habilidade de compreender a mudança como um fenômeno natural que compromete padrões; a lógica – a habilidade de analisar e tirar conclusões que levam a soluções e a interpessoal - a habilidade de influenciar e exercer liderança.

 

O poder da competitividade não está nos chefes ou na política da empresa, e sim em cada talento e líder, os chamados altos potenciais (high potentials). A partir de seu círculo de influência, cada indivíduo terá de sair da própria sombra, tomar iniciativas, exceder o âmbito de sua tarefa para expandir sua atuação e expor-se a situações que desafiam a superar limites e criam oportunidades para exceder os resultados esperados.

 

Assim procedendo, percebemos uma maior confiança em nós mesmos e nos fazemos percebidos para ser lembrados e convidados para oportunidades de crescimento profissional. Apenas as pessoas improdutivas insistem em se considerar vítimas.

 

Conclusões empíricas indicam que, em média, o ser humano não explora mais do que 20% do seu potencial produtivo; ou seja, em média, 80% do nosso potencial produtivo estão “hibernando”. O potencial é pouco explorado, seja por ignorância, incompetência ou inércia, ou pela zona de conforto que impede o avanço. Se associarmos esta constatação a uma outra pesquisa (Stephen Covey) que diz que quatro “disciplinas” representam 20% de ações que produzem 80% das soluções, podemos trabalhar o fator 20/80 na Gestão Empresarial da seguinte maneira:

 

1 – É preciso traduzir as metas que perfazem 80% do impacto sobre o resultado geral em ações específicas.

 

2 – Em seguida, é necessário estabelecer até cinco prioridades, entendidas como assuntos que absorvem 80% dos recursos como: pessoas, dinheiro e tempo.

 

3 - Deve-se criar um plano gráfico de avaliação de progresso, que registre as escalas 20%, 40%, 60%, 80% de progresso, com as respectivas ações a serem tomadas para chegar aos 100%.

 

4 - Por último, é preciso aplicar um estilo de liderança onde 20% são direção e controle e 80%, espaço da responsabilidade de cada um, individualmente, ou de cada equipe.

 

Para tanto, deve-se trabalhar para que os 80% do potencial produtivo latentes sejam uma oportunidade e não uma ameaça...

 

Werner Kugelmeier

 


 

Fale Conosco - WK Prisma

 Tel: +55 (19) 3256-8534 / 98219 2638
    E-mail: clique

    Endereço: Rua Cândido Portinari, 258
    13088-007 Campinas – SP

 

       

                

Blog - WK Prisma 

 

 

Bem-vindo ao blog da WK PRISMA
Educação Corporativa Modular

 

Blog

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Social - WK Prisma Werner Kugelmeier FacebookWerner Kugelmeier - LinkedIn

 


© Copyright 2010, WK PRISMA®. direitos reservados
Produzido por Dinamicsite

A página solicitada não foi encontrada !

Verifique se digitou o endereço corretamente. Se esta página foi indicada por um Sistema de Busca (Google / Yahoo / MSN) este ainda não se atualizou após a remoção da página.

Faça uma Busca Interna com uma da(s) palavra(s) solicitada(s) ou avise-nos.

Obrigado !