Dicas gerais sobre Pós Graduação: por que fazer ? Tem um momento certo? Qual a  importância para conseguir emprego ou manter-se empregado?

 

 


Graduação ainda é sinônimo de emprego?


Os profissionais cobiçados são aqueles que enxergam além da excelência técnica, ou seja, que deixam perceber que estão dispostos a desenvolver capacidades que a faculdade não ensina, como capacidade de mente aberta, liderança, comunicação, execução, humildade, honestidade e paixão. Calcula-se que cerca de 90% do êxito nos negócios devem-se a este tipo de aptidão. As atividades acadêmicas respondem por apenas 10%.

 


Esse cenário mudou a muito tempo?


É uma tendência que vem se intensificando desde o inicio dos anos 80 e ganhando ritmo no cenário atual onde importa fazer mais, melhor, mais rápido, com menos e por menos.

 


Especialização é fundamental hoje em dia?

 

Depende do projeto de carreira de cada um: Se o profissional pretende seguir uma carreira gerencial, é indicada uma educação geral em Gestão Empresarial. Se o profissional pretende fazer uma carreira técnica (p.ex. Engenheiro, Informática) é exigido profundo conhecimento da sua área.

 


O que conta mais na hora de conseguir a vaga?

 

São dois fatores: (1) Evidências de resultados obtidos em atuações anteriores: “Fiz, consegui, obtive, gerei etc.” – tudo embasado em números e fatos; (2) Capacidade de persuadir o eventual Empregador: “porque vale a pena me contratar para resolver seus problemas?”. Opções que somam pontos aos olhos dos empregadores são: em caso de carreira acadêmica, Pós-graduação, Mestrado e Doutorado; em caso de carreira empresarial, MBA e vivência como voluntário; em ambos os casos, um Intercâmbio Internacional conta bastante.

 


Um currículo recheado de experiências profissionais ou especialização, mestrado e doutorado?


Experiências profissionais ou especialização só contam se tiver nexo com a vaga pretendida. Mestrado e Doutorado contam mais no caso de carreira acadêmica.

 


Sair da graduação direto para a pós é recomendado?


Apenas no caso de carreira acadêmica. Caso contrário é preferível testar na prática: Como estou me saindo com aquilo que aprendi em um ambiente competitivo, sob cobrança, lidando com pessoas e projetos etc.?

 


Terminar graduação e pós aos 23, 25 anos é um bom sinal?


Sim; de qualquer forma, o ideal é estudar e trabalhar na área ao mesmo tempo – é assim que se pode testar a aplicação do conhecimento e perceber se é a “sua praia”, como também pode enriquecer o estudo com cases da prática.

 


Hoje em dia, com a concorrência e/ou falta de espaço no mercado, não se especializar é prejudicial à carreira profissional?


Na realidade, o que o mercado busca, é o “Especialista” em transformar idéias em ações para gerar soluções e resultados impactantes; ou seja, aquele que é capaz de pensar grande, longe e diferente, de contagiar pessoas com idéias nunca antes testadas e de promover mudanças comportamentais, gerenciais e/ou tecnológicas. Nasce aí a grande oportunidade para se destacar como “Intra-Empreendedor – o perfil do profissional mais cobiçado”. Neste sentido, não se “especializar” é prejudicial à carreira profissional!

 


Mestrado e Doutorado direcionam a carreira apenas para carreira acadêmica?


Primordialmente sim. Quem não seguir a carreira acadêmica, deveria investir mais seus “neurônios”, dinheiro e tempo no aprendizado de práticas empresariais, no âmbito humano, mercadológico, financeiro, digital, por exemplo.

 


Como escolher uma pós?


Em função do ponto de chegada da carreira, aplicar critérios como: Reputação da Faculdade; Modernidade da grade curricular; Aplicabilidade do aprendizado; Internacionalização de intercâmbio, etc.

 


Planejar a carreira é um bom começo, não é?


Sim – é indispensável, uma vez que o Profissional é o gestor da sua carreira e não a organização onde ele vai atuar.

 


O que podemos sugerir aos nossos leitores que querem fazer esse planejamento?


Ser objetivo (o quero ser daqui a 5 – 10 anos?), ser prático (levantar 5 pontos fortes e 3 pontos fracos para debater com pessoas competentes: como reforçar os pontos fortes? Como trabalhar os pontos fracos?) e ser rápido (não gastar mais de um mês entre idealizar, formular, debater e difundir o projeto de carreira).

 


Como começar, o que olhar e avaliar?


Tudo começa com uma conversa da gente com a gente: (1) O que eu gosto de fazer? (2) Eu sei fazer bem o que eu gosto de fazer? (3) Eu sei me relacionar, para fazer percebido que eu sei fazer bem o que gosto de fazer?
 

Werner Kugelmeier

 


 

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