Na sua edição de agosto de 2010 (Número 24), a Revista “Gestão & Negócios” publicou o artigo “O Perfil do Executivo mais cobiçado” de Werner Kugelmeier.

 

Revista Gestão e Negócios Made in Brazil

 

 

Líder Empreendedor Corporativo – o perfil do executivo mais cobiçado
O foco no Intra-Empreendedor

 

Para não colocar em xeque a carreira da empresa e, consequentemente, a propria carreira, o executivo precisa atuar como Intra-Empreendedor (Intrapreneur) – o empreendedor que trabalha dentro de uma organização, transformando objetivos em ações que geram soluções impactantes.

 

As organizações realmente competitivas são aquelas que sabem trabalhar com aqueles que Querem ousar, Inspiram pessoas e Movem mudanças. O “QIM” do Intra-Empreendedor facilita esta tarefa.
 
Não é por acaso que este é o perfil do profissional mais cobiçado atualmente no mundo corporativo.

 

O que as empresas buscam cada vez mais, mas encontram dificuldades em encontrar, são estes executivos que tenham “postura de dono de negócio”. O nome de guerra desta tendência é “intra-empreendedorismo" ou "intrapreneuring”.


Intra-Empreendedores são aqueles, que tem o perfil do Empreendedor, mas que atuam dentro de uma organização.


O gestor olha como a empresa está; o Intra-Empreendedor olha como ela deveria estar.


Desta forma, eles geram soluções impactantes para a organização. Henry Ford já os prestigiou, quando afirmou: “Existem dois tipos de funcionários que não servem para minha empresa: os que não fazem o que se manda e os que só fazem o que se manda”.

 

Presumindo que o Executivo é um expoente-chave da Gestão Empresarial, cabe a ele identificar os problemas que impactam na sobrevivência da empresa e propor soluções criativas que permitam conquistar ou manter vantagens competitivas.

 

 

O executivo como Líder

 

Para justificar que está no comando na Gestão Empresarial, o executivo precisa ser um exemplo de líder de equipe, de homem de frente, diante de um turbilhão de dificuldades, e de agente de mudança.


Para ser bem-sucedido de fato, o Intra-Empreendedor precisa saber lidar com aqueles dos quais ele depende para apoio e com aqueles que devem se beneficiar da idéia. Líderes são capazes de viabilizar grandes realizações por meio de equipes, compreender e explorar o que existe de melhor em cada pessoa, reduzir a distância entre objetivo e resultado.
 

Do ponto de vista técnico, o Intra-Empreendedor tem que conhecer a fundo a organização na qual atua, desde a conduta de negócios até o fluxo de caixa.


O uso da Tecnologia da Informação pode ajudar na agilização deste processo, na medida em que crie “círculos pensantes” que captam, analisam e compartilham informação.

 

Estamos na era da internacionalização com sua oportunidade ímpar de pensarmos, sentirmos e agirmos como agentes de diversidade internacional/multicultural, o que, por sua vez, exige o aprendizado de um terceiro idioma (após o inglês e o espanhol ou talvez o alemão, o mandarim não seria uma má escolha).

 

O executivo não é pago para trabalhar oito horas na empresa, mas para gerar resultados (igual ou acima da meta) - sempre.

 

Não é por acaso que a China não sai das manchetes, com suas notícias de investimentos maciços e taxas de crescimento sustentável. É lá que se presencia a aplicação dos 3 D’s orientais: Dedicação, Disciplina e Diligência. Não estamos falando de mágica nem de regras fixas; tratam-se apenas de dicas de um caso de sucesso. Para se destacar no mercado de trabalho, basta começar com esta postura.

 

 

O executivo como Empreendedor

 

Mais que qualquer um na empresa, ele é exposto, cobrado em suas ações e medido pelos resultados. Para se tornar um gerador de resultado, o Intra-Empreendedor desenvolve um espírito “aventureiro” que inspira iniciativas em todos e que faça todos remar na mesma direção.

 

Sempre que temos um problema, tendemos a querer respostas prontas, derivadas de velhos paradigmas (força de hábito). Hoje em dia, é preciso buscar respostas “nunca testadas antes”, derivadas de wwws paradigmas (fora da própria sombra), que permitem enxergar além...

 

"Quebrar paradigmas" tornou-se uma exigência no mundo dos negócios. Os profissionais, principalmente os gestores empresariais, precisam rever suas coordenadas de pensar, decidir e agir. O guru americano Tom Peters prega: “Tempos loucos requerem ideias loucas”.

 

Resta salientar que a quebra de mesmice por si só não vale nada; ela deve ser embasada na ação. O “tchan” da gestão empresarial é percebido através de AÇÕES. O que determina a jornada da empresa é aquilo que ela realmente FAZ – para eles.

 

 

O executivo como Corporativo

 

Atuando no ambiente corporativo, o executivo é sempre impelido por três impulsos: (1) propósitos ousados — muitas vezes, carimbados por outros de “utopia”; (2) envolvimento de talentos — buscando as melhores pessoas que puder, para trabalhar com ele e confiando em que elas podem realizar o melhor trabalho para ele e para elas próprias; (3) movimento de mudança — muitas vezes, pichado de “subversivo”. Ele evidencia sua veia empreendedora, movendo-se como um “foguete em busca do calor”.

 

Juntando então os elementos “líder”, “empreendedor” e “corporativo”, obtemos como resultado o executivo “líder empreendedor corporativo”: aquele que, focado em resultados, se transforma em agente de mudanças e lança seus seguidores à ação para que, de meros seguidores, passem também a ser líderes empreendedores corporativos, num ciclo contínuo e evolutivo.

 

Não tenha medo de ter sucesso, mas lembre-se: O atleta treina mais do que compete; com o executivo, acontece o contrário: ele compete mais do que treina, ou seja, há aqui uma inversão de pólos.

 


Você é um Intra-Empreendedor? Reflita e responda:

 

  • Não tenho olhos apenas para a minha área, mas para a companhia como um todo.
  • Tenho paixão tanto pelo trabalho como pela empresa onde atuo.
  • Implanto projetos com começo, meio e fim.
  • Compartilho conhecimento e aprendizado.
  • Vejo em mudanças e crises uma oportunidade de aprender e crescer.
  • Eu busco menos saber fazer, mais criar o que fazer.

 

Se suas respostas forem afirmativas e você estiver decidido a fazer uma diferença na sua organização, você é um executivo “líder empreendedor corporativo” de primeira! Se ainda não atua como tal, o que está esperando? Coloque todo o seu talento em favor de uma determinada empresa e vá em frente! Se já atua dentro de uma empresa, desenvolva o seu potencial e se faça percebido!


Resta lembrar um fato relevante: Empresas multinacionais mandam candidatos a carreira executiva para o Brasil, considerando Brasil como um “ambiente escola” para se sair bem no mundo empresarial, onde, beneficiado pelo convívio com  diversidade cultural, desafiado por instabilidade de cenários econômicos/financeiros, as empresas se destacam pela rentabilidade acima da media corporativa; no sentido oposto, empresas fora do país buscam executivos brasileiros para atuar como benchmark no respectivo país onde devem trabalhar.

 

Nasce aqui uma tremenda oportunidade para fazer carreira como executivo “líder empreendedor corporativo” – Made in Brazil !!!
 


 

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