Um bate papo


1. Qual é a importância da formação continuada atualmente? Esta é uma exigência para permanecer no mercado de trabalho?

 

Entendida como “aprendizagem” contínua esta é a exigência para permanecer no mercado de trabalho, uma vez que significa estar diariamente expandindo sua competência e experiência de “apanhar, aprender, avançar” – sempre...

 
 

2. Quem deve investir na formação do profissional: ele mesmo ou a empresa?

 

Em primeiro lugar o profissional; a empresa, de forma suplementar, desde que o candidato prove potencial elevado e justifique o investimento.

 
 

3. Como o sr. avalia a oferta de formação continuada no setor privado? A oferta atende às demandas do mercado ou ainda há espaço para o crescimento das empresas?

 

A oferta de aprendizagem é equacionada com a demanda do mercado, mas requer muito critério seletivo por parte das empresas, devido à abundância de oferta “picareta”.

 
 

4. Qual a diferença entre formação continuada e formação em serviço?

 

“Formação continuada” é um hábito corporativo e individual; “formação em serviço” é uma técnica.

 
 

5. Os brasileiros investem pouco em sua formação por falta de recursos ou porque não tem esse costume?

 

1 – Não existe a cultura do aprendizado, como levado ao extremo em países como Coréia do Sul, Japão e China.
2 – Não existe um incentivo de aprendizado por parte do governo.
3 – Não existe dinheiro e tempo suficientes por parte dos aprendizes.

 
 

6. O sr. tem conhecimento de como se dá esse processo de formação continuada no exterior?

 

  • Tudo começa no ambiente familiar: muitos pais exigem e dão exemplo de aprendizagem contínua;
  • As instituições de ensino insistem no conceito “não aprender para prova e nota, mas sim para a vida e carreira”;
  • As empresas fomentam a aprendizagem contínua, mas exigem retorno.
     
     

7. Buscar vários cursos indica uma formação frágil ou desejo de mudança de área de atuação?

 

Buscar cursos é antes de tudo uma questão de foco:

 

  • por que cursar?
  • o que cursar?
  • onde cursar?
  • quanto tempo cursar?
  • qual resultado buscar?
  • onde aplicar o aprendizado?
     

Buscar vários cursos indica falta de foco: qual a minha vocação? Qual o meu talento? Qual o mercado para o aprendizado?

 

Em qual área atuar, deriva da análise acima.

 

O mais importante: não pleitear um emprego, mas se preparar para o trabalho!

 

8. Com relação à gestão corporativa, quais são as principais tendências para os próximos anos no setor privado e no setor público?

 

Menos Burocracia e Tecnocracia, mais Intra-Empreendedorismo


- Aprenda a trabalhar como empreendedor dentro da organização

  • Equipes polivalentes com nível superior
     

- Aprenda a lidar com áreas relacionadas com a sua

  • Gestão de Informação com suporte digital
     

- Aprenda a lidar com ferramentas eletrônicas

  • Clima menos competitivo, mais colaborativo
     

- Aprenda a ser jogador de time

  • Organizações enxutas – no máximo, três níveis
     

- Aprenda a encurtar o processo decisório

  • Terceirização de trabalhos administrativos


- Aprenda a identificar e lidar com o negócio central (core business)

  • Ênfase em Serviço
     

- Aprenda a fazer a diferença no atendimento ao cliente

  • Foco em responsabilidade sócio-ambiental
  • Aprenda a desenvolver um trabalho voluntário – dentro ou fora de uma ONG
     
     

Bem, caso o sr. queira acrescentar algo que não tenha perguntado, sinta-se à vontade.

Cada vez mais as organizações tentam prever o que o futuro trará para poder desenvolver as suas estratégias e planos competitivos.
 

É claro que o aprendizado do passado não será suficiente para assegurar o sucesso da organização.  O hábito de aprendizagem contínua se torna, cada vez mais, uma estratégia competitiva...
 
Surgem hoje os "knowledge workers" , os “trabalhadores de conhecimento”. A evolução tecnológica se torna o seu grande aliado, uma vez que ela permite a captação, a armazenagem e a disseminação rápida do conhecimento.

 

Inseridos na cultura organizacional eles tem um papel fundamental na capacidade de aprendizagem dessa mesma organização. São eles os personagens que inspiram a fixação de propósitos, práticas e processos da organização; são eles os responsáveis por definir comportamentos que criam um ambiente salutar de trabalho.

 

As organizações se tornam “learning organizations” (organizações que aprendem), colocando os fundamentos para sobreviverem, e mais ainda, crescerem e expandirem com lucro, de forma sustentável.

 

Tudo embasado em uma coesão energizante dos seus membros, onde cabe às lideranças instigar, direcionar e apoiar a aprendizagem no dia-a-dia e, principalmente, ser exemplo daquilo que pregam (walk the talk).

 

Um bom começo é aprender a aprender que mudança é algo positivo e que a gestão da mudança é uma competência central (core competence).

Werner Kugelmeier


 

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