Conectando-se com o mundo

 

O mercado global, “sem fronteiras e sem ilhas”, impõe a necessidade de se disputarem altos potenciais.

 

Conectando-se com o mundo

 

1 - Por que “Educação”

 

Para alavancar resultados mais favoráveis é imprescindível criar o hábito de pensar, sentir e agir de forma oxigenada.

 

A WK PRISMA sugere definir e adotar medidas que consideram as diferenças entre pessoas ou entre grupos como um instrumento de integração intercultural - internacional.

 

Para facilitar esta tarefa, seguem aqui alguns relatos de paises que tive oportunidade de visitar em viagens a negócio. 
 

Desenvolvendo uma postura intercultural/internacional

Viagens a Negócio

 

Viagem a Negócio – África do Sul

Viagem a Negócio – Arábia – Os pólos Riadh e Dubai

Viagem a Negócio – Arábia Saudita

Viagem a Negócio – Austrália

Viagem a Negócio – China

Viagem a Negócio – Cingapura

Viagem a Negócio – EUA

Viagem a Negócio – Japão

Viagem a Negócio – Malásia

Viagem a Negócio – Mercado Europeu

Viagem a Negócio – México

 

2 - Por que “Multicultural”

 

A Etiqueta no Mundo dos Negócios Internacionais - um jogo de diversidade cultural

 

O mundo dos negócios é o mesmo em qualquer país. A rotina de compra e venda, a busca de parcerias, a prospecção de clientes, a abertura de representações ou filiais no exterior exigem dos empresários condutas bem definidas. O que muda é o comportamento esperado do empresário, dependendo do país que ele visita.

 

Alguns cuidados devem ser tomados para evitar surpresas desagradáveis. A análise preliminar dos hábitos, costumes e preferências de cada povo facilitará o relacionamento.
 
Para otimizar o seu tempo e não desperdiçar a viagem, trazemos algumas dicas sobre a Etiqueta no Mundo dos Negócios Internacionais: um jogo de diversidade cultural.

 

A arte da negociação é um jogo que combina a estratégia do xadrez (raciocinando sobre reações em cima do próximo lance), com a tática bélica (buscando o momento de flanco aberto) e com o operacional da malícia (despistando, insinuando e surpreendendo).

 

Para vencermos esse jogo dentro de padrões éticos, temos que ser “superiores” aos nossos oponentes; ou seja, no mínimo empatar com o conhecimento que o chinês, por exemplo, tem sobre nós - empresários ocidentais, e explorar,  em nosso favor, o know how do homem de negócio ocidental.

 

É pelo refinamento da autocrítica que o empresário ocidental poderá detectar o que está mais subjacente, raciocinar com mais sutileza e decidir com mais sensatez, o que caracteriza o homem de negócio oriental.

 

A negociação não é só um jogo; é uma arte também. E a arte da negociação é o que nos deve levar ao objetivo maior: o ganha x ganha. 


Como desenvolver as competências interculturais que integram as necessidades da empresa e o perfil do empresário? 

 

  • “Mergulhar no outro lado” para compreender a cultura, o hábito e a etiqueta do oponente.
  •  “Mergulhar em si mesmo” para desenvolver a autoliderança e a liderança situacional.
  • “Mergulhar no bi-lateral” para conhecer a sabedoria da guerra (vale a pena ler, se não antes, pelo menos num avião com destino à China, “A Arte da Guerra” de Sun Tzu, general chinês que viveu no século IV a.C.).
     

A rotina da compra e venda, da busca de parcerias e de clientela e da abertura de representações ou filiais no exterior exige dos empresários, das mais diferentes nacionalidades, condutas de atuação bem definidas.
 
A conduta muda, dependendo do país e da cultura a que o contato local pertence. Alguns cuidados devem ser tomados para evitar surpresas desagradáveis. A análise preliminar dos hábitos, costumes e preferências de cada povo facilita o entrosamento. 
 

Como negociar com um Africano

Como negociar com um Alemão

Como negociar com um Árabe-Saudita

Como negociar com um Australiano

Como negociar com um Chinês

Como negociar com um Cingapuriano

Como negociar com um Inglês

Como negociar com um Japonês

Como negociar com um Mexicano

Como negociar com um Norte Americano

Como negociar com um Sul Africano

Como negociar com um Sul Coreano
 

 

Mas qual é o denominador comum

 

Se nós traçarmos uma linha diagonal, poderemos identificar alguns requisitos que fazem um bom negociador, a saber:

 

  • É paciente, sabendo que a perseverança pode render-lhe concessões da outra parte;
  • Não busca o conflito, nem foge do confronto;
  • Faz perguntas, ouve e aprende, estando ciente do poder da informação;
  • É firme no propósito, mas flexível em relação ao processo;
  • Procura soluções desde o momento que se prepara para negociar;
  • É autoconfiante, sem ser arrogante;
  • É zeloso no que se refere a sua credibilidade.
     

Concluindo, estamos falando de um jogo de diversidade intercultural, cuja regra- chave é a combinação de postura global, pensamento internacional e ação local, tudo em torno do perfil do “bom negociador intercultural”. 

 

3 - Por que “Corporativa”

 

Cada vez mais, as empresas estão empenhadas em atuar com a diversidade como uma estratégia na busca de negócios atrativos. 

 

4 - Por que “elevado a 2”

 

Na medida em que aprendemos com a diversidade cultural e criamos o hábito de mergulhar em ambientes internacionais, potencializamos nossa vantagem competitiva.

 

A única fonte de vantagem competitiva sustentável é a capacidade de aplicar o aprendizado mais depressa e de forma mais diferenciada do que os concorrentes....
 

























 

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