O termo do Design Thinking foi cunhado há cerca de cinco anos pela IDEO, empresa de design de Palo Alto, na Califórnia, para definir o método de inovação que foca na compreensão, por meio da observação direta, das coisas que as pessoas gostam (ou não), querem (ou não) e precisam (ou não) – latente ou declarado.

Há mais de três anos o Design Thinking vem conquistando empresas  inovadoras  na hora de criar novos modelos de negócio, novos modelos de gestão e liderança que estimulam e retém colaboradores, novos processos para reduzir custo, novos produtos e serviços para fidelizar o cliente, novas formas de comercialização para aumentar a receita e/ou implantação de novos softwares para compartilhar monitoramento.

O Design Thinking aplica os processos que os designers utilizam no desenvolvimento de projetos para resolver problemas corporativos – até os mais complexos. Isso envolve buscar e compreender as necessidades das pessoas a serem impactadas pelo produto, processo ou modelo de negócio.

Num projeto de Design Thinking, uma equipe multidisciplinar vai a campo para observar o comportamento das pessoas e interagir com elas. Desta observação são gerados insights e criados modelos.

As ideias têm que passar pelo crivo da validação, por meio da criação de protótipos que são testados novamente através de pesquisas de campo.

O que o modelo do Design Thinking tem de especial?

O principal objetivo é incorporar um olhar centrado nas pessoas, obtendo, assim, uma abordagem empática, colaborativa e experimental, com as melhores soluções, projetadas para um único objetivo: criar experiências marcantes, que sejam desejáveis para as pessoas e ótimas para o negócio.

A única premissa básica é entender as pessoas para as quais está sendo projetado algo e o cenário onde elas atuam.

 

A partir disso é possível acessar melhor problemas e desenvolver soluções.

Qual o principal foco dessa metodologia?

O principal foco é o usuário: como ele se relaciona com um determinado produto ou serviço; o foco da capacidade produtiva de uma empresa se orienta para uma demanda do usuário. Isso evita criar soluções que a empresa acham inovadora, mas, colocada no mercado, mostra ser apenas “mais uma”.

Por que essa metodologia é relevante para a gestão empresarial?

O Design Thinking tira a gestão empresarial da zona de conforto. Os gestores empresariais falam muito de inovação, mas enfrentam problemas na hora de um entendimento maior do usuário; é preciso conhecer toda a rotina de um usuário em relação a um produto; um “diário” permite uma investigação mais profunda a respeito do usuário do que uma pesquisa quantitativa. As pesquisas tradicionais normalmente fornecem informações sobre produtos e serviços já experimentados; um “diário” permite projetar possíveis usos, desafio para criar e inovar.

 


 

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