Você está cansado de ler relatórios ou participar em reuniões sobre vendas, custos, lucratividade, desvios orçamentais, situação dos projetos etc., onde não chega num acordo sobre números e decisões?
 
Propomos aqui uma metodologia denominada cockpit management.
 
Imagine pilotar um avião, monitorando o painel de instrumentos e podendo rapidamente verificar o que se passa em cada operação em cada momento.
 
Como isto funciona na empresa? O processo parte da elaboração da estratégia da organização pela alta direção – o que fazer para crescer e expandir com lucro, de forma sustentável - e da divisão da organização em, no mínimo, quatro áreas-chave de desempenho – Comercial, Industrial, Administrativa, Financeira. A estratégia é comunicada aos gestores das áreas, promovendo a colaboração deles para a implementação da estratégia.
 
Em seguida, a alta direção, junto com os gestores, fixa o(s) objetivo(s) para cada área (o que alcançar em cada área), alinhados com a estratégia, e associa esses objetivos (de 3 a 5 objetivos por área) a indicadores de desempenho (um indicador para cada objetivo: como será medido o progresso em um determinado objetivo).
 
Agora é possível desmembrar os objetivos em metas (qual o valor deverá ser alcançado em cada indicador) e definir a priorização das ações a serem executadas (o que deverá ser feito para o alcance da meta).
 
A implementação desta ferramenta obedece à metodologia do Balanced Scorecard - BSC, que educa a empresa para colocar a sua estratégia em ação, rumo ao resultado desejado. No entanto, a prática acima amplia a metodologia do BSC, com a implementação do conceito Performance Prism.
 
A partir do conjunto de indicadores, surge um sistema de comunicação no interior da pirâmide de gestão, envolvendo todos os níveis da organização (estratégico, tático e operacional) com suas respectivas vertentes (comportamentais, gerenciais e operacionais), cada uma com o seu impacto grande, médio ou pequeno sobre o resultado organizacional, conforme a relação de causa e efeito.
 
Ao comparar o cumprimento das metas parciais e finais com os resultados parciais e finais são emitidos sinais “semáforo” de alerta: verde para “igual ou acima da meta”, amarelo para “até 20% abaixo da meta” e vermelho para “mais de 21% abaixo da meta”.
 
Surge aqui o cockpit de desempenho; ou seja, a interface ligada ao sistema informacional da empresa, que disponibiliza, grafica e rapidamente, para o gestor as informações que facilitam a sua tomada de decisão. Através de técnicas de simulação de cenário (como em simuladores de vôo), em tempo real, o gestor pode desafiar, individualmente ou em uma reunião, a inteligência de suas decisões, aumentando a assertividade de suas ações.
 
Os gestores podem navegar à vontade, comparando os valores atuais com os indicadores-chave de desempenho (Key Performance Indicators - KPIs). A adoção desta prática propicia a criação de um sistema nervoso central na organização, conectando as partes do seu corpo ao cérebro do negócio. As diferentes operações da organização começam a se integrar interagindo, de forma sincronizada e sinérgica, centradas em torno do cumprimento de seus objetivos, em sintonia com a estratégia da organização.
 
Evidentemente, a gestão de desempenho necessita de informações. Apesar de não serem mais gerenciadas por meio de cabeça, lápis e papel, uma dificuldade ainda persiste: a integração das informações, ou seja, a comunicação entre os diversos arquivos e metodologias de obtenção e composição dos dados que são a matéria-prima da informação, base para o conhecimento da organização que deve gerar aprendizado e riqueza.
 
Passa-se do tradicional reporting hierárquico para o real-time participativo, onde se permitem análise e discussão entre todos os gestores, uma vez que todos estão vendo os números e/ou fatos, principalmente os desvios negativos (dashboard); desta forma, é possível tomar decisões imediatas – reativas ou pró-ativas, para evitar qualquer surpresa ou estouro; ou seja, em 10 minutos, “numa piscada de olho”, cobre-se todo o desempenho da empresa.
 
O cockpit management se torna então uma prática de cunho gerencial, mas essencialmente comportamental. A analogia provém da aviação, onde se sabe que a maioria dos acidentes aeronáuticos tem como causas freqüentes a falta de liderança eficaz, a comunicação deficiente e/ou a tomada de decisão tardia.
 
Aí a mudança comportamental desejada: todos os gestores são responsáveis pela execução da estratégia da organização e pelo alcance do resultado corporativo – sem dar espaço para justificativas descabidas.
 
A conseqüência é uma organização que pensa, age e recompensa, orientada para resultado: os gestores sabem o que está acontecendo, o porquê, o que tem que ser feito e quando, assim como o que não deve ser feito.
 
Cockpit Management - Monitorar a empresa em apenas 10 minutos por dia – por que não?
 
Werner Kugelmeier

 

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