1 – É importante equacionar receita/renda x gasto, ou seja, fazer um orçamento, em forma de planilha Excel. Dica: existem vários modelos disponíveis para download no Google, sob a palavra de busca: “orçamento doméstico”.

 

Para usar uma analogia, pense na caixa d’agua: só se pode gastar o tanto de água que foi nela armazenado...

 

Algumas dicas para o dia-a-dia doméstico:

 

→ Supermercado, feira, açougue, padaria: fazer antes uma lista do que se precisa e ater-se a ela, quando estiver comprando.

→ Estudos - Priorize na seqüência: mensalidade, transporte e material escolar.

→ Saúde - some as despesas de seguros, planos de saúde, médicos não cobertos pelos planos, dentista e remédios.

→ Vestuário - se possível, compre em liquidações.

→ Transporte - se você tiver carro, liste todas as despesas com combustível, oficina e seguro.

 

Lembre-se: Não basta só equilibrar as receitas/renda e gastos. É preciso garantir uma sobra (de pelo menos 10% da receita) para emergências. Se quiser saber como fazer, fale com “casos de sucesso”...

 

Um recado para os homens: Mulheres são boas tesoureiras, tanto nas empresas como no lar...

 

2 – Enquadrar gastos previstos conforme padrões (como pesquisado pela FGV):

 

→ 30% em habitação
→ 25% em alimentação
→ 15% em transporte
→ 12% em saúde e cuidados pessoais
→ 8% em educação e cultura
→ 5% em vestuário
→ 5% em despesas diversas

 

3 – Explorar o potencial de economia

 

→ Energia elétrica - luz natural, lâmpadas fluorescentes.
→ Telecomunicação (atenção com celular !!!) – busque ser objetivo na conversa.
→ Cuidado com as “armadilhas” cartão de crédito e empréstimos pré-liberados! Não existe “crédito fácil” – a conta vem depois.
→ Negociar, em caso de pagamento à vista.
→ Fale com o “tio uma com poupança no banco” – é melhor emprestar e pagar um juro maior que o da poupança e menor do que os juros correntes de empréstimos normais.
→ Uma vez por semana, no mínimo, anotar tudo o que gastar e questionar...
→ Lista de Natal: fazer mais, do que comprar; cuidado com janeiro (mensalidade de escola, IPVA, etc.)

1 Real - ter ou não ter - pode fazer a diferença no bolso para poder pagar o ônibus – ou não.

  

 

Quais são as atitudes que podem ser adotadas?

 

Seja otimista com gastos e pessimista com receita/renda.
Mostrar disciplina ao respeitar o teto do orçamento.

 

 

Desde quando o senhor tem essa postura?

 

Desde a infância – educação “germânica” – mesada “1 Marco Alemão”...

 

 

Quais os resultados que o senhor obtém com esta conduta? Tem resultados em valores? De quanto ao ano?

 

Reservas para casos emergenciais

“sobras” para investir

Evitar sobre-endividamento e falta de condições de saldar dívidas = “quebrar”

 

E tem outros resultados também? Como no caso de economia de água, por exemplo, onde os resultados podem ser para o meio-ambiente?

 

Existe uma reciprocidade sadia: o que aprendemos com disciplina orçamentária em casa vale para empresas e vice-versa; ou seja, para ambos os ambientes: a gente pode gastar o mesmo 1 Real uma vez só...

 

Em se projetando para o ambiente doméstico, estamos falando sobre a gestão de uma “empresinha”, onde é bom fazer uma diferença entre Economia e Poupança.

 

Fazer ECONOMIA (redução de custo) e POUPANÇA (investimento) são coisas diferentes.

 

Há muita gente que, apesar de economizar muito, não consegue juntar dinheiro. São pessoas que economizam, mas não poupam.

 

ECONOMIA está relacionada a gastos, enquanto que a POUPANÇA diz respeito aos rendimentos, inclusive aqueles provenientes das economias.


ECONOMIA se faz reduzindo os gastos em alguma coisa, porém não importa se o que foi economizado for gasto posteriormente, ou até mesmo desperdiçado de outra forma. Seria como economizar no almoço, para gastar no jantar.

 

Por outro lado, a POUPANÇA é feita com objetivos definidos, geralmente associados à acumulação de patrimônio ou à realização de sonhos e desejos.

 

O ideal é fazer com que essas duas atitudes caminhem juntas, uma complementando a outra. Se as finanças domésticas fossem representadas por um time de futebol, diríamos que a economia seria o ataque e a poupança a defesa. O time só vai ter sucesso se os dois atuarem bem. Se o time tiver um ataque efetivo, mas falhar na defesa (falta de economia), pode fazer muitos gols (poupança), porém o time sofrerá outros tantos. Se a defesa for ótima (economia), mas o ataque não funcionar (falta de poupança), o jogo não sai do zero a zero.

 

Portanto, fazer ECONOMIA e não fazer POUPANÇA não levam ninguém a acumular riquezas.

 

POUPAR significa planejar os gastos com ECONOMIA, para viabilizar o consumo ou a aquisição de coisas importantes no futuro.

 

 

O senhor procura passar os seus ensinamentos para as outras pessoas?

 

Enquanto trabalhando em empresas, para a equipe; na família para os familiares e ao conduzir o próprio negócio, no dia-a-dia.

 

 

Como estas orientações são recebidas?

 

Na empresa, sem problemas; na família, com a réplica de que devo fazer autocrítica; no próprio negócio, com a discussão em torno de até onde é despesa e a partir de onde é investimento.

 

Para concluir, uma sugestão: investir as poupanças em educação: conhecimento é poder, ou seja, aumento da possibilidade de fazer carreira, levando ao aumento da renda... 
 

Werner Kugelmeier

 


 

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